sábado, 29 de dezembro de 2007
.desvio.
Ler o antigo conto feito ontem pode passar sem sentido, tudo que espero é me encontrar em meio a palavras e histórias. Se perguntarem como foi sua época preencherá com cheiros e suculentos gostos, afinal viver acarreta muito mais na parte inferior, sabe como é!?
Um ciclo entre atualidades e velharias que sempre renova a cada dia e ano. Estamos sempre começando para trazer afago às mães cansadas, as mães.
O inverso da felicidade a traz como chuva tão esperada nesse verão concreto dentro da cidade, e vêm com olhos, pés e barrigas deitado ao lado do cachorro raro, rato.
Comerciais e especiais de TV emocionam, pessoas ficam a sua frente sentindo a festa - virtualmente - que é do outro, sempre do outro. Mas sente o afago ali ao lado, o novo que traz também o velho.
Nunca gostei de comemoração vazia, da falsidade brota tristeza e vem agonia com o barulho. Os braços do abraço verdadeiro é um, aqueles possíveis estão longe demais para encontrar os meus, escutar apenas a voz envolve distintos sentidos, será suficiente, espero, desejo, o novo.
Um ciclo entre atualidades e velharias que sempre renova a cada dia e ano. Estamos sempre começando para trazer afago às mães cansadas, as mães.
O inverso da felicidade a traz como chuva tão esperada nesse verão concreto dentro da cidade, e vêm com olhos, pés e barrigas deitado ao lado do cachorro raro, rato.
Comerciais e especiais de TV emocionam, pessoas ficam a sua frente sentindo a festa - virtualmente - que é do outro, sempre do outro. Mas sente o afago ali ao lado, o novo que traz também o velho.
Nunca gostei de comemoração vazia, da falsidade brota tristeza e vem agonia com o barulho. Os braços do abraço verdadeiro é um, aqueles possíveis estão longe demais para encontrar os meus, escutar apenas a voz envolve distintos sentidos, será suficiente, espero, desejo, o novo.
sábado, 3 de novembro de 2007
.um momento.
Conversa longa com o admirado desconhecido
onde a troca traz vida na noite escura e vazia.
A fala demasiada revela aos poucos cada lado.
Um libera tudo que chega espontaneamente,
e o outro, tranqüilo, recebe em bagatela.
E assim faz sentir próximo como em distância
aquele que estava por toda parte, no caminho,
mas que não aparecia nunca.
Achar é questão de tempo, acreditar é questão de estado.
Sinto agora positivamente um porvir colorido
cheio de movimento do que está lá, parado, pintado.
Criar em parceria revela a possibilidade do incerto,
perspectiva dilatada, a diferença não separa, complementa.
Nesse momento apenas a certeza do desejo de realizar...
Não é fixo, é questão de estado...
domingo, 28 de outubro de 2007
.olhar de dentro.
Sinto de longe à vontade de existir só
porquê estar bem comigo leva-me ao outro.
..o outro lado distante de mim..
Abrir os olhos e saber que aquilo é prazer dispensável,
porquê pensar faz parecer acabar com toda magia. Então, será real?
Multiplicidade complica a menina cansada, calada, solitária.
Aquilo que falta não é a falta que faz, mas a presença que não se fez.
Sofrer não faz mais parte, o presente no mundo ausente...
O agitado no pensamento que volta e re-volta, no repouso.
Valer a pena é passado que agora sem validade passa,
indo vai, só, sem fala, sem dó.
Com aquele que não falha, o trabalho é outro.
porquê estar bem comigo leva-me ao outro.
..o outro lado distante de mim..
Abrir os olhos e saber que aquilo é prazer dispensável,
porquê pensar faz parecer acabar com toda magia. Então, será real?
Multiplicidade complica a menina cansada, calada, solitária.
Aquilo que falta não é a falta que faz, mas a presença que não se fez.
Sofrer não faz mais parte, o presente no mundo ausente...
O agitado no pensamento que volta e re-volta, no repouso.
Valer a pena é passado que agora sem validade passa,
indo vai, só, sem fala, sem dó.
Com aquele que não falha, o trabalho é outro.
sábado, 27 de outubro de 2007
.manhã de sábado.
Flores caem neste dia ensolarado que nasce. É primavera!
Porém são poucas as flores, o Jardins está um pouco longe daqui.
Ao passar, percebo pessoas enfileiradas. Ação social. Mais e mais gente fica para trás.
Homens, mulheres, crianças, jovens, velhos e antigos costumes.
O comércio anuncia: 50% off. Descontão!
O que chama não é a necessidade, mesmo que, escondida, seja muita.
O consumo consome. Desejo. Com o valor que resta, o que vem é lucro!
Pela metade do preço então.. hunnn.. Melhor ainda.
E se não há sobra o gasto do próximo mês é adiantado. Para não ser adiado. Desejo.
Consumo que consome quem tem pouco, quem não come... Desejo.
Porém são poucas as flores, o Jardins está um pouco longe daqui.
Ao passar, percebo pessoas enfileiradas. Ação social. Mais e mais gente fica para trás.
Homens, mulheres, crianças, jovens, velhos e antigos costumes.
O comércio anuncia: 50% off. Descontão!
O que chama não é a necessidade, mesmo que, escondida, seja muita.
O consumo consome. Desejo. Com o valor que resta, o que vem é lucro!
Pela metade do preço então.. hunnn.. Melhor ainda.
E se não há sobra o gasto do próximo mês é adiantado. Para não ser adiado. Desejo.
Consumo que consome quem tem pouco, quem não come... Desejo.
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